As Melhores Montagens do Photoshop!

Desde 1987 o Adobe Photoshop tem criado coisas incríveis – e até quem não entende nada de fotografia já

Todo fotógrafo ou entusiasta a fotógrafo conhece o programa Photoshop. Apesar de sua tecnologia atualmente ser extremamente avançada, o software queridinho de muitos foi desenvolvido em 1987! Isso mesmo, a ferramenta já tem mais de 30 anos e está disponível em 25 idiomas. Conhecido por criar montagens e manipulações digitais, podemos dizer que ele já tem sua própria personalidade. Inclusive, “Photoshopar” tem se tornado um verbo comum no meio High-Tech. 

Desenvolvido por Thomas Kroll, o programa faz parte do grupo Adobe, simplesmente a MAIOR E MAIS COMPLETA desenvolvedora de aplicativos para profissionais digitais. A empresa tem investido num Photoshop que reconheça os gostos do usuário e se adapte a isso, e ferramentas mais inteligentes e automatizadas.

Mas você sabe de tudo que a ferramenta é capaz? Veja algumas imagens incríveis que achamos na internet!

01 – Animais pequenos ou bebes gigantes?

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02 – Uma escultura de Deus!

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03 – Mas, pera, o quê? Como?

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04 – Seria mais uma montagem ou a descoberta do Monstro do Lago Ness?

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05 – Papéis invertidos!

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06 – Castelo de Areia tudo bem, mas uma bandeira também?

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07 – Só falta dizer que foram os ET’s também!

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08 – Se acender, morre!

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09 – Por isso tanta beleza!

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10 – Deu até um arrepio!

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Bônus:

Acho que os leitores já estão ficando mal acostumados com esses bônus, mas não consigo deixar de presentear vocês com algo a mais no final dos textos! Um expert em Photoshop em Balneário Camboriú chamado Altair Hoppe (que inclusive ajuda nas investigações do quadro “Detetive Virtual” no Fantástico) fez uma série de videos desmistificando algumas imagens com o uso (ou não) do Photoshop de uma maneira divertida e exclusiva dele. Sua webserie chama “Isso é Montagem?”. Separei um dos que mais gosto, mas você pode acessar o Canal dele do Youtube clicando aqui:

E você, qual dessas fotos achou mais incrível? Comente o número de sua preferida aqui abaixo! E não esqueça de compartilhar com seus amigos mais um de nossos posts!

Preto e Branco ou Foto Colorida?

Saiba como definir na hora de editar suas fotos se você vai escolher preto e branco ou colorido.

Em geral, nos grupos de fotografia do Facebook, a pergunta que mais surge é essa: Qual escolho: preto e branco ou colorido?

 

Na verdade, responder isso é muito difícil. É quase impossível ter unanimidade. No começo eu ia no bom e velho “achômetro”, mas por observar outros fotógrafos, meu estilo de fotografar, minha linguagem e filosofia, comecei a planejar melhor.

 

Por minha natureza, eu sou uma pessoa muito de “porquês”.
Acredito que tudo tem que ter uma razão, que pode ser factual –
verdade absoluta (1+1 é 2. Ponto final, não tem discussão)
ou pode ser conceitual (velha história –um copo de água
pela metade está meio cheio ou meio vazio?).

 

Então comecei a criar as minhas verdades absolutas e os meus conceitos. Criei um conceito para decidir se uma foto vai ser colorida ou não, nem sempre sigo ele as riscas, mas é o que me ajuda a decidir. Antes de falar sobre estes conceitos, duas coisas que gostaria de mencionar: fotografo em RAW com modo de utilizador P&B com contraste no máximo e todos os meus P&B tem a “mesma configuração”, mesma escala de cinzas, mesma gama de branco e pretos, mesma profundidade de pretos, etc. Isso me ajuda a imaginar e entender melhor as cores e a luz.

Vamos as dicas:

 

1. “Quando você fotografa colorido, você fotografa suas roupas. Quando você fotografa em Preto e Branco, você fotografa suas almas”.

Eu li essa frase na internet, não sei quem foi o autor dela (se alguém souber, por favor comenta ali embaixo), mas carrego ela muito comigo. Sorrisos espontâneos, momentos decisivos, lágrimas, etc, no geral me encantam muito em P&B. Acho que as cores formam boas imagens, mas o Preto e Branco enfoca os sentimentos e expressões!

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2. Cores fortes e vivas não devem ficar escondidas!

Gosto muito das cores primárias e secundárias, principalmente o azul e o amarelo. Do meu ponto de vista, uma foto com um sol forte, com um flare incrível, não deve ficar no preto e branco. Principalmente quando temos a predominância de uma cor, como o azul (céu) , verde (natureza) ou amarelo (sol).

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Mas esse conceito esconde uma “pegadinha”, acho importante adicionar isso. Quando temos uma cor predominante, mas tons diversos, as vezes é melhor colocar em preto e branco. Por exemplo, às vezes vamos fotografar em alguma zona rural, e tem muitas árvores. Amo árvores, elas ficam lindas – se forem todas iguais. Mas daí no fundo temos uma série de árvores, uma figueira, uma amoreira, um eucalipto, etc. Cada uma dessas árvores tem um tom diferente de verde. No meu ponto de vista isso mais distrai e polui a imagem do que encanta. Quando é possível, eu nivelo o tom de todas na pós-produção para ganhar uma predominância uniforme da cor , neste caso o verde. Mas quando não dá, preto e branco cai bem melhor.

 

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3. Fotos alegres se encaixam com cores, mas o drama do P&B é incrível!

Na foto abaixo, fiz um efeito com uma taça na frente da lente. Procurei acrescentar bastante cores e vivacidade na foto. Mesmo sendo uma pose simples, com um fundo escuro (um tom, teoricamente, dramático), as cores dão vida a foto. Essa foto em preto e branco não teria graça! O elegante dela é a composição de cores vivas e fortes. Se todas as luzes fossem todas as cores do espectro (brancas), talvez caísse bem um PB – mas não gostaria de perder o azul ou o amarelo desta imagem por nada!

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Por outro lado, quando queremos acrescentar certo drama ou curiosidade, o PB fica incrível. O preto e branco confere também certa atemporalidade para as fotos. Existem cores que são consideradas como passageiras. Não estou falando de edição, e sim de cores. Por exemplo, tem um tom de rosa que é muito associado aos anos 20, 30 e 40. Todo filme de época as moças usam aquele tom de rosa. Mas o preto e branco não tem como – ele é atemporal, e isso é incrível.

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4. Uma sequência de fotos precisa de respiro.

Quem diagrama seus próprios álbuns, ou entende um pouco de diagramação, sabe que uma coisa muito importante é o respiro em uma sequência. Em tudo precisamos de respiro. Revistas de moda acrescentam páginas em branco para dar respiro. Entre refrão e estrofe de uma música tem o respiro da voz do cantor ou até de certos instrumentos. Filmes usam fade de tela preta para dar respiro. Acho importante numa sequência de imagens, darmos esse respiro por meio do PB. Muitas vezes fazemos fotos semelhantes, mas na qual decidimos entregar ambas para o cliente. Nesse caso, gosto de colocar uma delas em PB. Eu imagino o cliente olhando foto por foto, e por isso gosto de, tempos em tempos, acrescentar um PB. Então, acabo entregando duas fotos, como as abaixo – a sorrindo, alegre, viva em cores, e a mais séria, elegante, fechada em PB.

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5. E o que dizer do Sépia?

O sépia é algo muito pessoal, e, já que estou falando minha opinião aqui, vou falar o que eu penso. Tudo bem se você discordar, não existe verdade absoluta. Mas eu penso o seguinte: fotos coloridas tem cores, fotos em preto e branco não tem cores. O sépia não é nem algo colorido, nem algo preto e branco. É indefinido, e essa indefinição não nos garante seu futuro. Ele já veio e já voltou várias vezes. Talvez para um post no Instagram que é temporário, possa cair bem; mas um registro eterno de um casamento – prefiro a vivacidade da cor ou a atemporalidade do preto e branco!

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E você? Quais critérios usa para definir se uma foto vai ser em PB ou colorido? Comente ali embaixo!

Como Escolher A Melhor Foto? 7 Coisas Que Eu Faço

O processo da escolha é complicado, por isso separei 7 dicas para ajudar você a saber apertar DELETE de modo consciente!

Se você veio parar aqui é porque tem o desejo de saber como escolher a melhor foto.

Bom, eu acredito que a diferença entre bons fotógrafos e fotógrafos medianos é que os bons fotógrafos sabem quais fotos mostrar e quais esconder. Todo mundo faz foto ruim, isso é fato! A diferença é que alguns escondem, e outros mostram. Eu vejo meu portfólio como uma “amostra grátis”. A amostra grátis é sempre uma prova do melhor produto da empresa, e não do pior ou mediano.

Saber quais fotos mostrar é muito importante, pois assim você vai criar o conceito de ser um fotógrafo top ou não. Melhor mostrar várias vezes uma foto nota dez do que mostrar dez fotos medianas. Mas para isso você precisa saber escolher suas fotos. Então, compartilho com vocês o que serve de base para mim na hora de fazer a curadoria.

 

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1. Para selecionar boas fotos, você precisa de boas fotos!

Parece lógico, mas vejo muitas boas ideias que o fotógrafo desiste da ideia e perde a boa foto. Uma boa foto é construída e não roubada ao acaso. Para escolher boas imagens, você precisa ter muita opção de escolha. Já ouvi dizer que é exagero clicar muito, mas quem diz isso não entende completamente ainda o que significa “momento decisivo”. O momento decisivo é muito rápido, e geralmente você não vê ele – porque ele é tão rápido, que acontece enquanto o obturador ainda está fechado e quando abriu, ele já passou. Por isso ter muitos cliques é importante para uma boa curadoria.

Mas uma palavra de alerta: não é time-lapse. Não é sequência. É clicar consciente. É dirigir o casal e clicar. É se posicionar e clicar. É insistir na ideia até o fim. Repito, isso não se faz ao acaso – se faz de modo consciente. Assim, você vai ter muita opção para selecionar, e aumenta a sua chance de ter boas imagens.

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Por exemplo, na construção da foto acima, estava chovendo muito, e estava muito difícil conseguir conciliar tudo o que queria – uma gota d’água na lente + reflexo do sol + posição do véu + dois LEDS iluminando. Tudo isso numa chuva torrencial é difícil, porem a imagem ficou exatamente como eu queria. Por quê? Eu cliquei várias vezes, e só tive certeza que deu certo quando cheguei em casa e fiz o processo de curadoria. Muitas opções me permitem ser seletivo, criterioso, rigoroso na minha escolha. Se eu tivesse apenas 2 ou 3 imagens, teria duas opções – entregar a foto meia boca ou excluir. Mais abaixo você verá o resultado dessa sequência de 84 imagens!

2. O momento de olhar as fotos não é no evento, é no escritório.

Não perco tempo olhando o que fiz na tela da câmera. Ela engana. Eu preciso ter o momento acontecendo na minha frente e estar completamente focado no registro, e não em olhar como ficou esse registro. Como dizem os americanos, “chimpar” atrapalha seu processo de criação, e sem criação não existe curadoria.

 

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3. Faça sua curadoria por blocos.

Por exemplo num casamento, eu subdivido a história em blocos. Bloco A – Making Of da Noiva; Bloco B – Making Of do Noivo; e assim por diante. Em trash the dress ou pré-wedding, eu divido os blocos por locações.Isso me ajuda a:

  1. Ter a história organizada de um modo lógico
  2. Manter um padrão de edição consistente para a locação e para o trabalho inteiro
  3. Dividir o trabalho pesado em partes menores.

 

 

4. Depois de fazer a primeira seleção, revise as imagens selecionadas.

Eu entrego em casamentos cerca de 12% das imagens que clico. Em ensaios, cerca de 7%. Eu clico muito e preciso revisar para entregar apenas o melhor do melhor. Mas as 88% das outras fotos são tecnicamente boas, não são repetidas na sua maioria, mas elas não atingiram o ápice – não são tão boas como as 12%. Mas essas 12% ainda recebem uma segunda seleção. Aqui paro de escolher fotos e começo a selecionar momentos. Às vezes tenho 5 imagens boas de um mesmo momento, mas se esse momento não é tão importante, prefiro entregar apenas 1 ou 2 imagens. No montante final, ter muitas imagens de um mesmo momento não primordial (mesmo que visualmente distintas) torna o trabalho maçante.

É nesse momento que excluo imagens que não contam nada mas que estão com luz boa ou ângulo interessante. Já disse uma renomada fotógrafa brasileira: “Se não soma, some!”

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5. Volte nas rejeitadas.

Você pode ter deixado passar momentos importantes nas fotos rejeitadas. Às vezes ela não está tecnicamente boa, mas mais vale um bom momento que uma boa luz ou composição. Eu somente repito esse passo após o passo 4, pois agora não busco mais imagens, mas sim o completo, o todo, a história! Às vezes acho pérolas no lixo, momentos incríveis que com um pouquinho de Photoshop se torna uma lembrança agradável para os noivos.

 

6. Revise sua edição e sua composição por meio de miniaturas.

Você olhar suas imagens em miniaturas te revela quem você é, qual o estilo de seu casamento. No Lightroom, no módulo Biblioteca, escolha suas imagens e clique na letra N. Ele separará suas imagens, depois aperte L para diminuir as luzes e veja seu trabalho como um todo. Quais cores você tem usado? Suas fotos estão muito perto? Muito longe? Quais pessoas estão aparecendo mais e quais aparecendo menos? É nesse momento que você vai aprender com você mesmo.

Outra opção é selecionar suas melhores imagens em cada evento, e depois olhar as miniaturas. Se todas as suas melhores fotos forem na cerimônia, você verá que precisa melhorar suas imagens na balada. Ou vice-versa. Será que tem mais fotos de alianças e sapatos do que de noivos nessa lista? Será que suas melhores fotos os noivos estão com a mesma pose? Assim quem vai te corrigir é você mesmo. Eu chamo isso de “Leitura de Portifólio com Klarck Lansing”. E sabe qual a melhor parte? É gratuito e você pode fazer quantas vezes quiser!

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7. Imite Cartier-Bresson.

Nosso olho sempre corre para onde tem o ponto mais alto de luz. Bressan via suas fotografias de cabeça para baixo. Assim ficava claro onde o olho parava. O cérebro busca rostos humanos mais do que nada, porém de cabeça para baixo ele para de buscar rostos e começa a buscar luz, ou claridade. Por isso aconselho a evitar mostrar seu ponto de luz nas fotos – se não o sol vai ser mais claro que os noivos e o olho vai correr para ele. Isso acontece com contraste também. Na verdade, acontece com o que for mais importante. Como destacar o mais importante em uma imagem com luz distribuída uniformemente? Com os pincéis de ajustes do Lightroom! Como você pode perceber isso? Vire suas imagens de cabeça para baixo. É uma técnica bem interessante!

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Se não ficou claro, vou fazer o oposto. Vou mostrar agora algumas imagens que o casal não está em uma zona neutra, fotos antigas que fiz antes de ser profissional e que eles não estão no ponto mais alto de luz nem foram editadas colocando eles no ponto mais alto de luz. Veja que será mais difícil de encontra-los!

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Agora dificultou não é mesmo? Se você virar ela 180 graus encontrará o casal facilmente, mas assim é mais difícil. Faça isso com suas imagens, será revolucionário!

Comente aqui embaixo o que achou e se essas dicas funcionaram para você.